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Newsletter #6 Balanço da pandemia: esperança para o setor de cargas

Transporte de carga começa a dar sinais de recuperação

Após forte queda da atividade de transporte em março e abril, por causa da pandemia do novo coronavírus, empresas do setor perceberam alta nas operações de frete

29 de junho de 2020

Dados apurados pela NTC&Logística apontam para a recuperação do setor de transportes. O estudo, feito entre os dias 15 e 21 de junho, apontou retração de 35,9% no volume de carga transportada no Brasil em relação a 2019.

Embora o número seja negativo em relação ao mesmo período de 2019, é melhor que a queda de 45% apurada no intervalo entre os dias 20 e 26 de abril. Os números foram divulgados na quarta-feira (24).

No levantamento de abril, todos os Estados estavam cumprindo regras mais rígidas de isolamento. Trata-se do sétimo levantamento feito pela NTC&Logística sobre o impacto do novo coronavírus no setor de transporte rodoviário de carga.

O primeiro estudo refere-se à semana de 16 a 23 de março. Na época, a queda registrada na atividade foi de 26%. O levantamento é feito com base em dados fornecidos por 600 empresas de transportes ligadas à NTC.

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NOTÍCIAS DA SEMANA

Volumes de fretes por setor

Os fretes para o setor de agronegócio cresceram 10% no início deste ano em relação ao fim do ano passado. A safra recorde de soja e milho foram protagonistas.

A oferta de frete para produtos industrializados caiu 20% nos quatro primeiros meses do ano ante o mesmo período de 2019. As áreas de papel e celulose e máquinas e equipamentos foram as responsáveis pela retração. Isso reflete a queda na demanda por bens de produção.

A rota Curitiba-Rio de Janeiro apresentou queda de 9% no volume de carga transportada. Isso é resultado da retração na demanda por produtos siderúrgicos, papel e celulose.

Valor do frete

O preço médio do frete caiu 3,3% nos primeiros quatro meses de 2020. A queda não foi maior por causa do agronegócio.

Entre os produtos com valor de frete mais alto estão batata, arroz e feijão, além de itens alimentícios industrializados. No caso do tipo de implemento, os rodotrem, bitrem e carretas de três eixos garantiram os fretes mais altos.

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